LEMBRETE

Este blog foi criado com a finalidade de ajudar aos meus alunos e aos curiosos da língua portuguesa do Brasil, aprimorarem seu aprendizado. Também, para compartilhar ideias e sugestoes de atividades com professores, porque sabemos como é difícil conseguir materiais autênticos e inovadores.
Lembrando que tudo que for postado aqui, deve-se respeitar o direito do autor, nao importa de quem seja, já que você achou legal compartilhar pode enviá-lo, que será BEM-VINDO!!!

PAINEL

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Tolerância Zero!!!


ZoRrA tOtAL  

TOLERÂNCIA     ZERRO!!!

Seu Saraiva o senhor por aqui?
No Açougue

Tolerância zero

Se tem uma coisa que eu detesto é pergunta idiota. Na hora vem uma resposta mal-criada na ponta da língua e não é sempre que eu consigo me conter como me ensinaram a fazer quando eu era pequenininha lá em Barbacena no colégio de freiras em que fui primorosamente educada. Mas pelo jeito não estou só, como mostra esse email bem-humorado que recebi outro dia e que partilho agora com vocês. Afinal de contas nunca se sabe, é bom ter umas respostinhas assim para uma ocasião de emergência.

Tolerância zero

Cena: Sujeito entrando em uma agropecuária.
-Tem veneno pra rato?
-Tem!, Vai levar? - Pergunta o balconista.
-Não, vou trazer os ratos pra comer aqui!!!

(Essa pergunta é de matar mesmo, melhor ainda é responder: "Não, vou trazer minha sogra pra tomar aqui.")

***

Cena: No caixa do banco, o sujeito vai descontar um cheque.
A pergunta: Vai levar em dinheiro???
-Não!!! Me dá em clips e borrachinhas!!!

(Essa eu já usei!!! A mocinha do caixa ficou com uma cara de tacho, o sorriso mais amarelo do mundo, quase cor de abóbora!)

***

Cena: Casal abraçadinho, entrando no barzinho romântico.
A pergunta: Mesa para dois?
- Não, mesa para quatro, duas são prá colocar os pés.

***

Cena: O sujeito apanhando o talão de cheques e uma caneta.
A pergunta: Vai pagar com cheque?
- Não, vou fazer um poema pra você nesta folhinha.

(Hilária! Estou me mijando de rir até agora!)

***

Cena: Sujeito no elevador (no subsolo-garagem).
A pergunta: Sobe?
- Não, esse elevador anda de lado.

(Se eu estou no elevador numa hora dessa, vão ter que me levar pro hospital mais próximo pra tomar um relaxante muscular para cortar o acesso de riso.)

***

Cena: Sujeito fumando um cigarro.
A pergunta: Ora, ora! Mas você fuma?
- Não eu gosto de bronzear os pulmões também.

(Pra essa pergunta eu tenho um monte de resposta mal-criada, tipo 'não, eu sou um agente disfarçado da CIA e isso aqui é uma câmera. Sorria, você está sendo filmado!')

***

Cena: Sujeito voltando do píer com um balde cheio de peixes.
A pergunta: Você pescou todos?
- Não, alguns são peixes suicidas e se atiraram no meu balde.

(Dá vontade de completar: por quê você não aproveita e pula também?)

***

Cena: Homem com vara de pescar na mão, linha na água, sentado.
A pergunta: Aqui dá peixe?
- Não, dá tatu, quati, camundongo, ..., Peixe costuma dar lá no mato...

(Putz, quem faz uma pergunta dessas devia se matar! Não dá peixe não, dá abobrinha, maluco!)

***

Cena: Edifício pegando fogo, funcionários saindo correndo.
A pergunta: É incêndio?
- Não, é uma pegadinha do Faustão!!!!!!

(Caraca, cada pergunta!)

***

Cena: Sujeito no caixa do cinema.
A pergunta: Quer uma entrada?
- Não, é que eu vi essa fila imensa e queria saber onde ia chegar.

(Não, vou pagar só a saída.)

Fonte: http://livrodoodio.blogspot.com/
 
 
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